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	<title>Douro In</title>
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	<description>Os paraísos perdidos estão somente em nós mesmos!</description>
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		<title>ENTREVISTA</title>
		<link>http://dourinho.wordpress.com/2009/04/24/entrevista/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 10:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[No âmbito da disciplina de Laboratório de Jornalismo entrevistei o Vice-Reitor para a Investigação e Relações Internacionais, Sr. Prof. Doutor Eduardo Rosa, que se pode ler aqui.   O Professor Doutor Eduardo Rosa ocupa o cargo de vice-reitor para a Investigação e Relações internacionais  hà quase sete anos. A gerir o presente com o olhar posto no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=101&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"><strong>No âmbito da disciplina de Laboratório de Jornalismo entrevistei o Vice-Reitor para a Investigação e Relações Internacionais, Sr. Prof. Doutor Eduardo Rosa, que se pode ler aqui.</strong><span id="more-101"></span></span></p>
<p> </p>
<div></div>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"></p>
<div id="attachment_103" class="wp-caption alignleft" style="width: 90px"><img class="size-full wp-image-103" title="Vice-Reitor para a Investigação e Relações Internacionais " src="http://dourinho.files.wordpress.com/2009/04/picture-33.jpg?w=450" alt="Professor Doutor Eduardo Rosa"   /><p class="wp-caption-text">Professor Doutor Eduardo Rosa</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">O Professor Doutor Eduardo Rosa ocupa o cargo de vice-reitor para a <a href="http://www.utad.pt/pt/instituicao/vice_reitorias/investigacao_coop/index.html">Investigação e Relações internacionais</a>  hà quase sete anos. A gerir o presente com o olhar posto no futuro apostana inovação. Palavras como visibilidade e cooperação são o suporte de todas as iniciativas e a projectos a que estão directa ou indirectamente ligados.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Em tom coloquial falou sobre o que mudou nestes últimos sete anos a nível da investigaçao e das relações internacionais, das actuais cooperações e projectos futuros &#8230; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Desde Julho de 2002 que se encontra “à frente” da Vice-Reitoria para a Investigação e Relações Internacionais, o que é que mudou desde então?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa:</span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"> Findos estes quase sete anos existem várias actuações que marcam a diferença para com o passado. A primeira actuação foi definirmos estratégias para a vice-reitoria: estratégia em termos das duas áreas em que nós essencialmente intervimos &#8211; a área da cooperação internacional, que compreende naturalmente o programa Erasmus, e a outra é a actuação junto dos investigadores e centros de investigação, nomeadamente a condução da investigação com orientações muito específicas e sobretudo uma forte motivação dos investigadores e directores dos centros para a ligação às empresas, tal como a execução e planeamento de projectos juntamente com essas mesmas empresas. Essencialmente estas são as principais mudanças, uma aproximação ao tecido empresarial e a imergência de vários projectos nessas áreas e no campo da cooperação transfronteiriça. E depois a área da mobilidade e das relações internacionais que cresceu imenso. A meu ver se nós, e esse é sempre o meu objectivo, se fixarmos objectivos muito específicos e tanto quanto possível quantificáveis julgo que o salto qualitativo e quantitativo é substancial. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Como acabou de referir a investigação e as relações internacionais são as duas áreas mais fortes de intervenção. Em que outras áreas é que intervêm? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">As outras áreas são os contactos que desenvolvemos com os nossos parceiros, em termos de cooperação e investigação; relações institucionais de aproximação e maior visibilidade da universidade. Pela primeira vez, por exemplo, nós em 2004 editamos um livro que se chama <a href="http://www.utad.pt/pt/instituicao/vice_reitorias/investigacao_coop/relatorios_actividades/pdfs/rel_actividades_vric2005.pdf">Reserch at UTAD</a>. Até aqui existiam de factos relatórios mas não havia um documento que pudesse ser apresentado aos nossos visitantes sobre a investigação, sobre os centros de investigação e a investigação no seu todo que a UTAD vai conduzindo. Portanto, e pela primeira vez, elaboramos um documento que agora vai sendo actualizado. Uma outra área é o trabalho que desenvolvemos no processo das <a href="http://www.ectsoc.org/">ECTS </a>e que ainda não está actualizado face às alterações resultantes do <a href="http://www.utad.pt/pt/bolonha/relatorio_concretizacao_bolonha.pdf">processo de Bolonha</a>. <span> </span>O processo ECTS é um documento que permite que a instituição tenha visibilidade no exterior, através da internet, sobre os cursos, a nossa capacidade de recessão de alunos, sobre as informações que prestamos aos alunos, sobre os conteúdos curriculares, e muito mais. É um documento que, obviamente, precisa de actualizações constantes mas que surgiu do nosso trabalho. Há, de facto, imensas actividades em que participamos e desenvolvemos mas que tentamos, sempre, encaixar nas duas grandes áreas de actuação desta vice-reitoria. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">A necessidade imergente de divulgação nacional e internacional da universidade é uma das máximas que rege esta vice-reitoria. O que é que têm ido feito para atingir tal meta?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Um dos nossos objectivos é de facto a visibilidade internacional. É procurar que, quer através da mobilidade <a href="http://www.utad.pt/pt/avisos/divulgacao_erasmus/index.html">Erasmus</a>, do número de acordos que estabelecemos com parceiros europeus e de outros continentes, nomeadamente com o Brasil ou alguns países de África, dar visibilidade internacional, alertando os colegas parceiros de que a UTAD têm estas mais-valias de ensino e que os alunos dessas instituições podem visitar e frequentar cursos na nossa universidade. Ao envolvermos alunos estamos a envolver também os docentes, embora a uma escala infelizmente menor. Por outro lado é a cooperação transfronteiriça, ou seja, nós temos aqui várias universidades de grandes dimensões, como por exemplo a de Salamanca ou São Tiago e Vigo, que têm mais de 20.000 alunos e às quais temos exercido forte aproximação o que têm trazido maior visibilidade para a instituição e depois é através das empresas e de outras instituições internacionais para as quais nós conseguimos dar esta visibilidade de informação da nossas actividades cientificas e académicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Falando nas empresas, o ano passado, no âmbito de outra entrevista afirmou estar a desenvolver esforços com grandes empresas nacionais, nomeadamente a Galp; EDP; Iberdrola; para desenvolver projectos de cooperação entre estas e a universidade. Neste momento já podemos falar de “frutos” resultantes dessas cooperações?<span>  </span><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Já temos em curso uma pequena iniciativa com a <a href="http://www.galpenergia.com/Galp+Energia/Portugues/splash/splash.htm">Galp</a>. Estamos juntamente com outras instituições de investigação nacionais a desenvolver investigação na área dos bio combustíveis para ajudar a mesma a atingir a share de mercado a que se propôs neste campo de negócio. Com a <a href="http://www.iberdrola.es/webibd/corporativa/iberdrola?IDPAG=ESWEBINICIO">Iberdrola</a> também. Esta empresa tem um plano de construção de quatro barragens aqui na região Norte e nós tivemos o privilégio de sermos a primeira instituição de apresentação do projecto para a qual o Sr. Reitor convocou um conjunto de investigadores e individualidades para estarem presentes nesta apresentação do projecto e, portanto, esperamos que a partir daqui possamos, e vamos ser certamente, interlocutores e participantes nos estudos que vão naturalmente implicar a construção destas barragens: quer da instalação quer, depois, da própria monitorização. A Sousa Campo é outra empresa, na área dos cogumelos, que está a trabalhar connosco na investigação e com a qual já submetemos dois projectos de investigação para serem financiados. A outra aproximação também às empresas é através do chamado pólo de competitividade agro-alimentar, um projecto recentemente aprovado e em que a UTAD juntamente com outras empresas liderou esta iniciativa e que hoje é uma realidade. Este projecto envolve quase quatro dezenas de empresas nesta candidatura que entra agora numa fase de elaboração de projectos específicos tradutores das reais intenções de investigação de todos os parceiros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Há quase um ano o Reitor Armando Ferreira Mascarenhas no discurso que proferiu na cerimónia comemorativa do aniversário da universidade referiu-se ao ano de 2008 como sendo o ano da<a href="http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&amp;id=3273"> reestruturação científica</a>. Em que ponto que se encontra a referida reestruturação?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Hoje, felizmente temos aprovados pela Fundação de Ciência e Tecnologia <a href="http://alfa.fct.mctes.pt/navegador">(FCT)</a> oito unidades de investigação, um pertence a um laboratório associado que é o Centro de Genética e Biotecnologia e ao qual foi atribuído em 2003 a classificação e Excelente, dois com Muito Bom – o Centro de Química e o CITAB, Centro de Investigação e Tecnologias Agro Ambientais, e depois mais cinco centros com a classificação de Bom, ou seja, o nosso objectivo era termos mais centros com a classificação de Muito Bom o que não foi possível atingir mas que acredito que existem argumentos, pelo menos por parte do CECAV, Centro de Ciência Animal e Veterinária, que pode vir a obter a classificação de Muito Bom. Isto significa que cinquenta por cento dos Centros da UTAD terão classificação de potencial Muito Bom, pelo menos. Deste modo penso que a reestruturação está concluída e com êxito mas ainda é necessário fazer alguns ajustes que são naturalmente necessários em função da reestruturação da universidade e da sua divisão em Escolas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">A investigação como disse é fundamental … </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">É realmente fundamental, hoje em dia, para qualquer instituição de ensino superior ter um bom suporte de investigação, ter centros de investigação muito bons, com muita qualidade, muita produção científica e efectivamente nós ainda estamos a crescer na produção científica. Ou seja, temos vindo, sistematicamente, a crescer. Duplicamos de 2003 para 2007 o número de artigos científicos em revistas indexadas e continuamos a crescer. Hoje UTAD têm um pouco mais de 300 publicações por ano, o que é, de facto, muito bom. E outra questão também fundamental na investigação é termos a possibilidade de atrair para a nossa instituição, para os nossos centros massa crítica de outras instituições … A própria FCT também nos permite crescer nessa área porque estão em perspectiva mais 22 doutores já com experiência para as diferentes unidades de investigação, para além de termos 73 de bolseiros de iniciação à investigação que serão certamente contratados muito em breve. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Sabemos que os Centros de Investigação integram nas suas equipas de investigação alunos…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa:</span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"> Temos os chamados colaboradores que são alunos de mestrado ou doutoramento, essencialmente. Estes bolseiros de integração investigação são os alunos que estão a terminar, pelo menos o primeiro ciclo e que são incorporados na investigação das unidades de investigação. São neste momento 73 candidatos que já estão seleccionados e que já estão em fase de contratação na FCT.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">E, para terminar, falou-nos há pouco na mobilidade de Erasmus que regista grande adesão, mais por parte de alunos do que docentes. A que é que se deve este fenómeno? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Eu julgo que, essencialmente, isto é quase uma “bola de neve” porque, em 2003, tínhamos uma mobilidade de 53 alunos e hoje temos cerca de mais ou menos 200 mobilidades nos dois sentidos. Perante tal a nossa intenção em oferecer o “produto” da universidade passa pela divulgação junto de outras instituições parceiras e é a partir daí que os alunos certamente nos procuram, trazendo e levando uma boa imagem da instituição, uma instituição que se esforça na sua divulgação junto das outras parceiras europeias para que saibam que a UTAD está receptiva e têm áreas de formação que são muito importantes e que são de grande qualidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">É facto assente que grande parte dos alunos termina a sua mobilidade plenamente satisfeita com os serviços que lhe foram prestados. Contudo há aqueles a quem as expectativas foram “deitadas por terra”. Terá isto a ver com a falta de acções concretas junto dos alunos para lhe explicarem melhor todos os processos que envolvem a mobilidade Erasmus?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Eu penso que sim. Num universo de 400 mobilidades haverá sempre uma percentagem que não ficará satisfeita mas eu concordo que, provavelmente, os coordenadores de curso terão que ter um papel mais activo em informar os alunos de quais são as instituições que estão mais bem enquadradas dentro da intenção de cada aluno. É evidente que nós temos muitos acordos de parceria com instituições mas provavelmente haverá instituições mais específicas para determinado grupo de alunos e o coordenador de curso têm que prestar mais apoio a estas coisas … porque nós fazemos os acordos com as instituições mas depois quando se passa ao plano de estudos e posterior identificação da instituição que o aluno gostaria de apresentar acho que têm que haver maior intervenção do coordenador de curso. É evidente que há alunos que têm o cuidado de procurar as instituições, de ver os programas, e tudo isso, há outros que não o fazem. Portanto, essa competência terá que passar pelo coordenador para que o aluno possa ter uma opinião mais validada sobre à área de estudos dentro dessa instituição e saber se está de acordo com o pretendido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Nos dias que correm a imagem é bastante importante e a UTAD lecciona dois cursos capazes de a promover. Falo do curso e Ciências da Comunicação e Comunicação e Multimédia. Esta vice-reitoria está de alguma forma a pensar aproveitar as potencialidades destes dois cursos?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Prof. Doutor Eduardo Rosa: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Eu penso que o trabalho que está a fazer, aqui, concretamente e outros que os seus colegas têm feito penso que é extremamente positivo mas é evidente que a instituição têm uma Pró-reitoria para as Relações Públicas e Imagem e eu penso que devíamos concentrar essa divulgação porque nós temos a necessidade, e esse tem sido um pouco o meu lema, divulgar, divulgar, divulgar, publicitar aquilo que fazemos quer cientificamente quer academicamente. E é aqui que vocês entram. Contudo, as potencialidades dos dois cursos que mencionou têm de ser coordenados por quem têm o pelouro das relações públicas e imagem. Portanto, nós sabemos que é preciso divulgar ainda mais a instituição e tudo o que a ela esta associada mas essa articulação cabe as relações públicas e imagem juntamente com os coordenadores de curso que ao oferecerem esses serviços colmataram uma base de necessidades muito vasta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Jornalista: </span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Muito obrigada pela entrevista. Foi um prazer conversar consigo…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"><span>  </span><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/101/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=101&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>DUERO/DOURO É &#8220;O NOVO PARADIGMA DA COOPERAÇÃO IBÉRICA&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 12:32:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>

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		<description><![CDATA[A bordo de uma embarcação em pleno Douro Internacional foi apresentado, no passado dia sete de Março, um agrupamento europeu composto por quase 180 municípios portugueses e espanhóis que trabalham em conjunto para o desenvolvimento regional. Ambas as partes acreditam estar em marcha “o novo paradigma de cooperação ibérica”. O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=99&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;"><strong>A bordo de uma embarcação em pleno Douro Internacional foi apresentado, no passado dia sete de Março, um agrupamento europeu composto por quase 180 municípios portugueses e espanhóis que trabalham em conjunto para o desenvolvimento regional. Ambas as partes acreditam estar em marcha “o novo paradigma de cooperação ibérica”.</strong><span id="more-99"></span></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">O Agrupamento Europeu </span>de Cooperação Territorial (AECT) Duero/Douro é <span style="color:black;">uma nova ferramenta criada pela União Europeia, que permite ao agrupamento aceder directamente a fundos comunitários, estatais ou regionais, no caso espanhol. “Este é modelo de cooperação do século XXI e que trará resultados positivos&#8221;, acredita o Secretário de Estado da Cooperação Territorial do Governo de Espanha, Fernando de la Bellacasa.</span></span></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8221; (…) as principais linhas de acção do grupo são a manutenção e o desenvolvimento dos postos de trabalho, o ambiente, o desenvolvimento económico, os serviços sociais, a saúde e a educação(…)” esclareceu o promotor da iniciativa, José Luís Pascual.</span></span></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">A criação do AECT Duero-Douro é um marco nas iniciativas de cooperação transfronteiriça entre os Estados membros da EU ao agrupar um total de 102 entidades nas províncias de Salamanca e Zamora, bem como 72 entidades dos territórios de Trás-os-Montes, Douro, no qual se integra a UTAD, e Beira Interior, em Portugal. </span><span style="color:black;">Bruxelas já garantiu um financiamento de 48 milhões de euros a este agrupamento.</span></span></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">A bordo da embarcação, </span>Francisco Álvarez Cascos, Ministro do Desenvolvimento espanhol, refere-se a este projecto como “um exemplo de boas relações entre vizinhos e um modelo para a União Europeia”.<span style="color:black;"></span></span></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">Na cerimónia para além dos representantes do Estado discursaram também alguns autarcas que salientaram a importância deste tipo de projectos para regiões como a Douro Internacional. “Esta </span><span style="color:black;">é provavelmente a mais deprimida de toda a Europa,&#8221;, referiu na cerimónia de apresentação do agrupamento, em Miranda do Douro, o presidente da Câmara de Mogadouro, Moraes Machado. Para o autarca, o seu concelho, que perdeu quase metade da população nas últimas décadas, &#8220;diz bem do ostracismo e abandono a que foram sujeitos os povos da raia&#8221;.</span></span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/99/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=99&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>BARRAGEM DO TUA É &#8220;ATENTADO CONTRA O PATRIMÓNIO MUNDIAL DO DOURO VINHATEIRO&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 12:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>

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		<description><![CDATA[A Organização Mundial das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) recebeu, no passado mês de Fevereiro, uma denúncia efectuada pelo núcleo de Vila Real da Quercus que classifica a construção da barragem do Tua como um “atentado contra o Património Mundial do Douro Vinhateiro”. O núcleo de ambientalistas vila-realense, após a análise [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=97&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"><strong>A Organização Mundial das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura <a href="http://www.unesco.pt/cgi-bin/home.php">(UNESCO)</a> recebeu, no passado mês de Fevereiro, uma denúncia efectuada pelo <a href="http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultCategoryViewOne.asp?categoryID=593">núcleo de Vila Real</a> da Quercus que classifica a construção da<a href="http://fotos.afasoft.net/div/tua.html"> barragem do Tua </a>como um “atentado contra o Património Mundial do Douro Vinhateiro”.</strong> <span id="more-97"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">O núcleo de ambientalistas vila-realense, após a análise exaustiva do estudo de impacto ambiental (EIA), que terminou no passado dia 18 de Fevereiro, conclui que “</span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">a construção da barragem de Foz Tua teria impactos muito negativos ao nível da paisagem, da ecologia, da socioeconomia e do património, inviabilizando um verdadeiro plano de desenvolvimento para a região, constituindo assim um empobrecimento significativo da região e contribuindo para a desertificação humana destes locais”, pelo que “o único efeito positivo que resultaria da construção específica do AHFT surgiria à escala do país e não da região”, esclareceu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;">Face às conclusões retiradas da análise do EIA resultante da construção da barragem do Tua a Quercus de Vila Real propõe um conjunto de <a href="http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=46&amp;visual=9&amp;tm=8&amp;t=Barragem-de-Foz-Tua-Declaracao-de-Impacte-Ambiental-impoe-estudo-de-linha-ferroviaria-alternativa.rtp&amp;article=219230">alternativas </a>para a região que visam essencialmente o desenvolvimento turístico de Trás-os-Montes. </span><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;">“O desenvolvimento sustentável de Trás-os-Montes e Alto Douro passa pelo desenvolvimento turístico com o aproveitamento da Linha do Tua”, explica o núcleo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;">A Quercus vila-realense propõe a reabilitação de raiz da Linha do Tua; reabilitação das estações e apeadeiros; Reconstrução ou construção de vias de ligação entre apeadeiros e estações às povoações que servem; resolução do abastecimento de água com a construção de açudes; o desenvolvimento da hotelaria de baixa intensidade na região; o fomento de todo o tipo de actividades turísticas ligadas à natureza e o fomento da marca “TUA” para comercialização dos produtos regionais, como possíveis soluções à construção da barragem, entre outras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;">Em declarações ao <a href="http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&amp;id=5014">Notícias de Vila Real</a>, a Associação ambiental garante que pretende questionar os autarcas de <a href="http://www.cm-alijo.pt/">Alijó</a>, <a href="http://www.municipiodemurca.web.pt/">Murça</a>, <a href="http://descobriransiaes.blogspot.com/">Carrazeda de Ansiães </a>e <a href="http://www.vila-flor.net/turismo.asp">Vila Flor </a>“acerca da sua posição sobre a construção da Barragem da Foz do Tua” visto que “o EIA refere impactos muito negativos ao nível da agricultura, agro-indústria, emprego e movimentos e estrutura da população”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;"> </span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/97/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=97&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>DOURO ALLIANCE ALIA-SE ÀS CORRIDAS DE VILA REAL PARA INTERNACIONALIZAR O EIXO</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 12:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>

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		<description><![CDATA[“Douro Emoções”, um projecto dinamizado pela Douro Alliance, pretende dinamizar as três cidades do Eixo Urbano entre os dias 23 a 26 de Julho, altura em que se realizam as corridas de Vila Real.  O projecto “Douro Emoções” insere-se na candidatura ao concurso de co-financiamento comunitário “Turismo Douro” que aposta nas Corridas de Vila Real, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=95&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"><strong>“Douro Emoções”, um projecto dinamizado pela Douro Alliance, pretende dinamizar as três cidades do Eixo Urbano entre os dias 23 a 26 de Julho, altura em que se realizam as corridas de Vila Real</strong><span style="color:black;"><strong>.</strong><span id="more-95"></span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;">O projecto “Douro Emoções” insere-se na <span class="txtresumodetalhes1"><span style="font-weight:normal;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;">candidatura ao concurso de co-financiamento comunitário “Turismo Douro” que aposta nas Corridas de Vila Real, enquanto factor de atracção turístico para a região. </span></span><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;">“Criar um evento que se assuma como marcante e esperado da agenda local, nacional e internacional, tornando-o factor de atracção para a região, tendo como base as corridas automóveis de Vila Real”, é o principal objectivo do projecto, explicou a vereadora da Câmara Municipal de Vila Real, Dolores Monteiro. Aumentar o número de visitantes às três cidades do Eixo; engrandecer o prestígio cultural e a notoriedade do território bem como a promoção gastronomia tradicional e dos vinhos do Douro, a diversificação da animação local, o aumento de oportunidades de negócio e a projecção internacional são outras metas propostas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:150%;font-family:&quot;">Tendo em vista a internacionalização do eixo estão previstas, para os dias 23 a 26 de Junho, um conjunto de iniciativas paralelas às corridas de Vila Real nas cidades de Vila Real, Peso da Régua e Lamego. Um conjunto de “acontecimentos culturais e gastronómicos” que obriguem os turistas a circular pelas três cidades, esclarece, Dolores Monteiro.</span></p>
<p style="line-height:150%;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Vila Real acolherá uma mostra e degustação de produtos locais e espectáculos musicais na zona envolvente às corridas. Será ainda montado um parque radical junto ao Parque Corgo, com slide, parede de escalada, provas de orientação e canoagem no rio Corgo.</span></span></span></p>
<p style="line-height:150%;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Na mesma altura, no Peso da Régua, decorrerá a iniciativa &#8220;Tascas Abeira Rio&#8221;, com mostra de produtos regionais e provas de Vinho do Porto e um espectáculo de fado, numa plataforma montada no rio Douro e será improvisada uma discoteca ao ar livre, junto ao cais fluvial.</span></span></span></p>
<p style="line-height:150%;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em Lamego, ao projecto “Douro de Emoções” junta-se, também entre os dias 23 e 26 de Julho, o “Plast&amp;Cine”, uma iniciativa “multidisciplinar que tem como objectivo viajar na memória dos nossos artistas plásticos mais relevantes”, resume.</span></span></span></p>
<p style="line-height:150%;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O concurso a que este projecto concorre é um dos dois que a ON.2 – O Novo Norte, está a promover. Com um orçamento global de 37,5 milhões de euros, os dois concursos poderão viabilizar um investimento na ordem dos 50 milhões de euros nos domínios da valorização e promoção turísticas numa área que abrange 24 concelhos, entre Miranda do Douro e Baião.</span></span></span></p>
<p style="line-height:150%;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/95/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=95&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>CITMAD IDEALIZA PORTAL DO DOURO</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 12:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Inovação de Trás-os-Montes e Alto Douro (CITMAD), uma Associação sem fins lucrativos, lançada por 72 entidades e empresas da região de Trás-os-Montes e Alto Douro projecta Portal do Douro que “assegurará a integração, sistematização, organização e gestão de conteúdos georeferenciados sobre o Douro nas diversas temáticas relevantes para o Turismo”, esclarece António [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=89&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:&quot;"></p>
<p class="ecmsonormal" style="background:white;line-height:150%;margin:0 0 16.2pt;"><span style="color:#444444;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>O Centro de Inovação de Trás-os-Montes e Alto Douro (CITMAD), uma Associação sem fins lucrativos, lançada por 72 entidades e empresas da região de Trás-os-Montes e Alto Douro projecta Portal do Douro que “assegurará a integração, sistematização, organização e gestão de conteúdos georeferenciados sobre o Douro nas diversas temáticas relevantes para o Turismo”, esclarece António Cruz Oliveira, Presidente da Direcção do CITMAD.</strong><span id="more-89"></span></span></span></p>
<p class="ecmsonormal" style="background:white;line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 16.2pt;"><span style="color:#444444;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fomentar o crescimento empresarial na região, através da ajuda à criação de novas empresas bem como o auxílio à modernização das já existentes é a máxima que rege o CITMAD. E é neste contexto que surge o “Portal do Douro”.</span></span></p>
<p class="ecmsonormal" style="background:white;line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 16.2pt;"><span style="color:#444444;"><span style="font-family:Times New Roman;">Muito mais do que um repositório de informação, o Portal do Douro, proporcionará um leque alargado de serviços a um vasto número de utilizadores, através do acesso facilitado, interactivo, integrado e dinâmico. </span></span></p>
<p class="ecmsonormal" style="background:white;line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 16.2pt;"><span style="color:#444444;"><span style="font-family:Times New Roman;">Segundo o Presidente do CITMAD, o Portal do Douro “constituirá a montra virtual da região, especialmente nas dimensões “Douro-Rio” e “Douro-Vinho”, que criará a apetência para a explorar, exigindo a adequação à diversidade de interesse dos potenciais visitantes, como veículo privilegiado da região no sentido da promoção, organização, educação e preservação dos seus valores”, refere.</span></span></p>
<p class="ecmsonormal" style="background:white;line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 16.2pt;"><span style="color:#444444;"><span style="font-family:Times New Roman;">As valências desta iniciativa passam, ainda, pela rentabillização e aprofundamento do estatuto de Património Mundial atribuído pela UNESCO à Região Douro, contribuindo também para que esta se coloque ao nível de exigências que tal estatuto lhe confere. Deverá ainda estabelecer um relacionamento estreito de articulação complementaridade com as regiões vizinhas, sobretudo através do elemento comum que é o Rio Douro: a montante a região de Castela-Leão e a jusante a Área Metropolitana do Porto, em que se destaca o Porto Património Mundial.</span></span></p>
<p class="ecmsonormal" style="background:white;line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 16.2pt;"><span style="color:#444444;"><span style="font-family:Times New Roman;"> Este projecto terá como dinamizadores: a Estrutura de Missão do Douro, o CITMAD, a UTAD, o INESS, a FEUP e a FEP.</span></span></p>
<p class="ecmsonormal" style="background:white;line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 16.2pt;"><span style="color:#444444;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/89/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=89&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Maria Azevedo</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>CRÓNICA</title>
		<link>http://dourinho.wordpress.com/2009/03/16/cronica/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 15:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[No âmito da disciplina de Laboratório de jornalismo escrevi uma crónica sobre o desemprego que pode ser lida aqui. Desesperadamente desempregados! Em Fevereiro de 2006, afirmava convicto Viera da Silva quando confrontado com os números do desemprego &#8220;É um momento não é uma tendência&#8221;&#8230; Passados três anos acredito que de uma situação momentânea, o desemprego, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=87&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;"><strong>No âmito da disciplina de Laboratório de jornalismo escrevi uma crónica sobre o desemprego que pode ser lida aqui.</strong><span id="more-87"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;"><strong>Desesperadamente desempregados!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;">Em Fevereiro de 2006, afirmava convicto Viera da Silva quando confrontado com os números do desemprego &#8220;É um momento não é uma tendência&#8221;&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;">Passados três anos acredito que de uma situação momentânea, o desemprego, passou a tendência. São milhares os que se encontram desesperadamente desempregados. E a tendência passa também por reflectir sobre esta nova realidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;">No Blog, <em>De Rerum Natura</em>, convidado do Público, escreveu-se: </span><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;">“Segundo as previsões do Banco de Portugal, o <span>país entrou em recessão no final de 2008</span>, terá uma taxa de crescimento negativa em 2009, e verá a economia estagnada em 2010. Sobre emprego o banco prevê um <span>aumento de desemprego</span> a variar entre 0,7% e 1%, chegando ao valor de 500 mil desempregados. A população activa em Portugal ronda os 5,6 milhões de pessoas, pelo que aquele valor de desempregados se <span>aproxima muito de 9% da população activa</span>. Considerando ainda que todos os anos as nossas universidades e politécnicos colocam no mercado cerca de <span>40 mil pessoas com formação superior</span>, é fácil de perceber a dimensão do problema quando a economia “promete” não crescer nos próximos dois anos. <span>Isso significa que o número de empregos gerados não será sequer suficiente para contrabalançar os que forem sendo perdidos, muito menos para acomodar aqueles que entram no mercado de trabalho.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;">E o que fazer quando já não entendemos o rumo que as nossas vidas tomaram? Quando acabamos um curso e as oportunidades não surgem? Quando os nossos planos de há quatro ou cinco anos atrás já não fazem sentido? Quando os nossos projectos de vida têm de ser completamente remodelados?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;">Perante tal quadro a única solução é não cruzar os braços e depender, por tempo indefinido, do rendimento mínimo. A Segurança Social encontra-se na “banca rota” e o comodismo dos desempregados não ajudará em nada a esta situação. Porque depender de algo resultante do trabalho dos outros quando podemos trabalhar para receber o nosso próprio sustento?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;">Empreendedorismo é a palavra-chave. É necessário inovar, criar o nosso próprio emprego porque a outra metade para atingir o sucesso é gostar do que se faz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;color:black;line-height:115%;font-family:&quot;"><span> </span></span><strong></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/87/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=87&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>REGIONALIZAÇÃO: RUI RIO APELA &#8220;À UNIÃO DOS POLITICOS DO NORTE&#8221;</title>
		<link>http://dourinho.wordpress.com/2009/03/11/itimas-da-crise/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 18:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>

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		<description><![CDATA[Presidente da Câmara do Porto esteve no segundo Fórum para o Desenvolvimento da Região Norte organizado pela AEFLUP. Autarca voltou a afirmar que regionalização é o melhor caminho para a região. Rui Rio criticou, esta terça-feira, a &#8220;falta de solidariedade na região Norte&#8221;, resultante da &#8220;falta de diálogo entre as cidades e distritos&#8221;. No discurso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=78&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="entrylead">
<p style="text-align:justify;"><strong>Presidente da Câmara do Porto esteve no segundo Fórum para o Desenvolvimento da Região Norte organizado pela AEFLUP. Autarca voltou a afirmar que regionalização é o melhor caminho para a região.</strong><span id="more-78"></span></p>
</div>
<p style="text-align:justify;">Rui Rio criticou, esta terça-feira, a &#8220;falta de solidariedade na região Norte&#8221;, resultante da &#8220;falta de diálogo entre as cidades e distritos&#8221;. No discurso que proferiu durante a primeira parte do Fórum para o Desenvolvimento da Região Norte, o autarca salientou a necessidade de união entre forças políticas, já que a sua desintegração &#8220;põe em causa o desenvolvimento da região&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Numa intervenção em que voltou a defender a regionalização como melhor solução para os problemas do Norte, o presidente da Câmara do Porto (CMP) referiu que o Porto é “inédito no que toca à capacidade das pessoas falarem mal da própria cidade&#8221;. &#8220;Deveríamos começar a equacionar a possibilidade de dizer bem da nossa terra, porque é bom para a auto-estima, desenvolvimento e captação do investimento&#8221;, desafiou.</p>
<p style="text-align:justify;">O autarca referiu o caso do Aeroporto Sá Carneiro como um dos únicos exemplos de &#8220;união e entendimento entre os políticos do Norte&#8221;. Seguiu-se novo apelo à necessidade de unidade em torno de uma matéria “estruturante e decisiva&#8221; que “dispensa discursos bairristas e hipócritas&#8221;.</p>
<h3 style="text-align:justify;">Defesa da regionalização</h3>
<p style="text-align:justify;">Promovido pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (AEFLUP), o fórum reuniu, na FLUP, autarcas de toda a região Norte. Tal como Rui Rio, também José Silvano, presidente da Câmara de Mirandela, considera que &#8220;só a associação das pessoas e instituições nortenhas permitirá criar dimensão e valorizar as especificidades da região&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Há que discutir equilibradamente para perceber se é a melhor forma de dar a volta a um centralismo que tem atrofiado não só a região norte como também o próprio país&#8221;, acrescentou Rui Rio.</p>
<p style="text-align:justify;">Os dois autarcas salientam a descriminação negativa de que o Norte é alvo e apontam-na como principal responsável pelas diferenças que se observam ao nível do desenvolvimento. Rui Rio vai mais longe e acusa vários ministros do actual governo de &#8220;alergia ao Norte de Portugal, sobretudo à região metropolitana do Porto&#8221;.</p>
<h3 style="text-align:justify;">“Portugal tem demasiados municípios”</h3>
<p style="text-align:justify;">Quanto ao melhor modelo de regionalização, José Silvano esclarece que o mais importante é &#8220;eliminar os 308 munícipios que temos hoje&#8221;. O autarca de Mirandela realçou ainda que existem cerca de &#8220;100 cidades capazes de atrair e de criar pólos de desenvolvimento em que a população está harmoniosamente distribuída&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A sessão contou ainda com presença de Valdemar Madureira, representante da Direcção Regional do PCP, e de Isabel Pires de Lima, ex-ministra da Cultura e docente da FLUP. Ambos defendem a necessidade de dinamizar o Norte. Para Isabel Pires de Lima, o investimento na cultura é essencial para “criar visibilidade dos locais” e “atrair receitas económicas significativas” através do turismo cultural.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Jornalismo Porto Net</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/78/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=78&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O DOCUMENTO E A UTOPIA FOTOGRÁFICA</title>
		<link>http://dourinho.wordpress.com/2009/03/10/o-documento-e-a-utopia-fotografica/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 01:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[A fotografia como documento. Os seus mecanismos e significados. Esta exposição não pretende fazer a história do género, mas pensar a forma polémica como tem sido constituído o documento fotográfico. Do início do século XX até ao início do pós-modernismo. Até 3 de Maio no Museu Colecção Berardo, em Lisboa. O uso da fotografia na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=75&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="text-align:justify;" border="0" cellspacing="6" cellpadding="0" width="430">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" style="text-align:justify;"><strong>A fotografia como documento. Os seus mecanismos e significados. Esta exposição não pretende fazer a história do género, mas pensar a forma polémica como tem sido constituído o documento fotográfico. Do início do século XX até ao início do pós-modernismo. Até 3 de Maio no Museu Colecção Berardo, em Lisboa.</strong> <span id="more-75"></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto">O uso da fotografia na sua vertente documental tem sido amplamente discutida e pensada. &#8220;Arquivo Universal &#8211; o Documento e a Utopia Fotográfica&#8221;, exposição co-produzida pelo MACBA (Museu d&#8221;Art Contemporani de Barcelona) e pelo Museu Colecção Berardo, e comissariada pelo espanhol Jorge Ribalta, reúne um grande núcleo internacional dividido em três partes.&#8221;As Políticas da Vítima&#8221; explica o aparecimento do género documental na fotografia e no cinema ligado à representação das classes trabalhadoras, enquanto &#8220;Espaços fotográficos públicos&#8221; traduz as inovações e a concepção expandida do espaço fundamentada na fotografia de El Lissitzky até à importante exposição &#8220;The Family of Man&#8221;, em 1955, no MOMA (Museu of Modern Art, Nova Iorque).</p>
<p>Já a terceira parte debruça-se sobre a noção de fotografia como instrumento para as ciências sociais e para a criação de arquivos de imagens em projectos históricos. Neste núcleo são apresentados os trabalhos dos fotógrafos portugueses Sena da Silva, Gérard Castello-Lopes, Costa Martins e Victor Palla. A &#8220;rematar&#8221; este núcleo estão também trabalhos de Martha Rosler e Allan Sekula &#8211; que marcam a discussão sobre o documental no início do pós-modernismo.</p>
<p>PÚBLICO</td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/75/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=75&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>BOAS NOTÍCIAS SÃO POUCO RELEVANTES?</title>
		<link>http://dourinho.wordpress.com/2009/03/10/boas-noticias-sao-pouco-relevantes/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 01:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação/Estudos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos Estados Unidos da América há estudos sobre a relação entre o consumo de televisão na adolescência e a depressão na idade adulta. Em Portugal, há um debate. Uma coisa é, para já, certa: faltam conteúdos positivos.   Um estudo levado a cabo por investigadores da Universidade norte-americana de Pittsburgh (ver caixa) conclui que os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=74&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Nos Estados Unidos da América há estudos sobre a relação entre o consumo de televisão na adolescência e a depressão na idade adulta. Em Portugal, há um debate. Uma coisa é, para já, certa: faltam conteúdos positivos.<span id="more-74"></span></strong></p>
<div style="text-align:justify;">
<p> </p>
<p>Um estudo levado a cabo por investigadores da Universidade norte-americana de Pittsburgh (ver caixa) conclui que os conteúdos veiculados pelos média televisivos aumentam a probabilidade de doença depressiva junto do público na adolescência.</p>
<p>Segundo uma notícia avançada pelo jornal espanhol &#8220;El Mundo&#8221;, este estudo conclui ainda que a agressividade, o medo e a ansiedade são outras das consequências possíveis nas pessoas que vêem muitas horas de televisão naquela faixa etária. Este facto reflecte-se também numa perturbação no desenvolvimento normal da personalidade.</p>
<p>Para o sociólogo Carlos Silva é claro que o &#8220;consumo excessivo de televisão retira tempo de convivência social, necessária para criar segurança afectiva, e pode gerar ansiedade e incerteza&#8221;. O docente fala do perigo da criação do &#8220;atomismo social&#8221; e da criação de uma &#8220;relação imaginada: a sós, uma criança não partilha nada com a televisão e não dispõe de mecanismos de percepção ou instrumentos para relativizar ou compreender um fenómeno violento, por exemplo&#8221;.</p>
<p>O &#8216;boom&#8217; das séries relativas à criminologia, mas também a tipologia das notícias nos telejornais fornecem outros contributos para a reflexão deste tema. Mas serão os conteúdos noticiosos televisivos capazes de propiciar problemas de ansiedade ou depressão junto de um público adolescente?</p>
<p>Sem estudos que lhe permitam afirmar um &#8216;sim&#8217; ou um &#8216;não&#8217;, a docente de Jornalismo Felisbela Lopes, considera que &#8220;isso é resultado do que se entende que é notícia&#8221;. Se &#8220;é o que irrompe da normalidade do dia-a-dia, nesse sentido, as boas notícias perdem terreno&#8221;, continua.</p>
<p>Felisbela Lopes entende que deveria ser possível &#8220;começar a olhar o que é entendido como relevante do ponto de vista positivo&#8221; e avança o exemplo de &#8220;o campo da ciência e do saber não abrirem noticiários&#8221;.</p>
<p>Ainda que &#8220;as boas notícias não tenham um relevo tão grande quanto gostaríamos&#8221;, a docente da Universidade do Minho também considera que &#8220;os coordenadores do noticiários não podem fazer uma mudança radical. O que é anormal é notícia, mas seria preciso, isso sim, introduzir outros dados neste processo, porque o que é positivo pode ser muito relevante&#8221;, reafirma.</p>
<p>Por seu turno, Rui Teixeira Motta, da Associação de Telespectadores (ATV) não tem dúvidas em afirmar que &#8220;existe uma predominância excessiva de conteúdos que envolvam sangue, sexo ou violência na televisão, quer no âmbito noticioso quer no entretenimento&#8221;. E não hesita em dizer que &#8220;não é preciso ser psicólogo para concluir que numa fase como é a adolescência &#8211; mas também na idade adulta &#8211; isso se vai traduzir numa visão deprimida do Mundo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">O responsável considera que &#8220;a televisão tem responsabilidade sobre os telespectadores&#8221;, mas o o excesso de conteúdos negativos perante os positivos &#8220;não acontece por acaso&#8221;. Rui Teixeira Motta fala em &#8220;ditadura de vendas e audiências&#8221; e, nesse contexto, &#8220;a construção de valores e a venda de notícias são áreas que só muito ocasionalmente são coincidentes&#8221;, remata.</p>
<p style="text-align:justify;">JN</p>
</div>
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			<media:title type="html">Maria Azevedo</media:title>
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		<title>5º CANAL DE TV &#8220;NÃO FAZ SENTIDO&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 22:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A &#8220;Sonda Central de Informação/Meios &#38; Publicidade&#8221; debruçou-se sobre a chegada iminente do 5º canal televisivo em sinal aberto. À questão &#8220;Do ponto de vista do equilíbrio do sector da comunicação social portuguesa, faz sentido a criação de um 5º canal de televisão em sinal aberto?&#8221;, 58 por cento dos inquiridos responderam que não, 30 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=70&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>A &#8220;Sonda Central de Informação/Meios &amp; Publicidade&#8221; debruçou-se sobre a chegada iminente do 5º canal televisivo em sinal aberto.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>À questão &#8220;Do ponto de vista do equilíbrio do sector da comunicação social portuguesa, faz sentido a criação de um 5º canal de televisão em sinal aberto?&#8221;, 58 por cento dos inquiridos responderam que não, 30 por cento destes por considerarem que um novo canal &#8220;irá diluir ainda mais o já escasso budget publicitário&#8221;.</strong><span id="more-70"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Dos 103 jornalistas ouvidos, 42 por cento defendem que a criação do quinto canal faz sentido, 34 por cento destes diz que sim, &#8220;desde que seja de investimento privado&#8221;. Relativamente às duas empresas a concurso [cujas candidaturas foram rejeitadas pela entidade reguladora dos media], a Zon Multimédia é a preferida, com os votos a favor de 25 por cento do painel, contra os 17 por cento conseguidos pela Telecinco.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, a grande maioria (49 por cento) defende que &#8220;nenhum deles&#8221; está preparado para vencer.</p>
<p style="text-align:justify;">Em relação ao conteúdo e formato das candidaturas da Zon e da Telecinco, 83 por cento defende uma divulgação e discussão pública das propostas.</p>
<p style="text-align:justify;">Destes 83 por cento, 21 justificam &#8220;que se trata de uma questão importante para o sector&#8221; e 15 por cento que ajuda a evitar-se uma escolha errada.</p>
<p style="text-align:justify;">A Sonda inquiriu 103 jornalistas, entre editores, coordenadores, chefes de redacção e directores de órgãos de comunicação social, entre os dias 25 de Fevereiro e 02 de Março.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dourinho.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dourinho.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dourinho.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dourinho.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dourinho.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dourinho.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dourinho.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dourinho.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dourinho.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dourinho.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dourinho.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dourinho.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dourinho.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dourinho.wordpress.com/70/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dourinho.wordpress.com&amp;blog=6647719&amp;post=70&amp;subd=dourinho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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